Sentindo falta…

Sabe quando você sente falta de algo mas não consegue precisar ao certo o que é (ou quem é) esse algo? É mais ou menos dessa forma que me sinto nessas últimas semanas.

Minto para mim mesmo dizendo que está tudo bem, que estou feliz com a forma como as coisas estão adando e por aí vai, mas como eu bem disse: Minto para mim mesmo! E mentir pra você mesmo, e ter consciência disso, e mesmo assim ainda permanecer mentindo é a pior coisa do mundo.

O problema maior é que a gente se acostuma com isso. Sabe, isso de mentir? Se torna algo corriqueiro, banal, mentimos para nós mesmos para nos convencermos de que as coisas estão correndo como deveriam correr, mas é a mais pura mentira. E, por que mesmo assim permanecemos mentindo?

Deve ser porque temos medo, receio de encarar, de parar de mentir e procurar ser real para nós mesmos. Esse receio existe, é comum a todos nós. Muitas vezes é mais confortável ficarmos no mundinho da mentira, falso e confortável, onde nos enganamos, e ainda por completo, porque enganamo-nos mentindo para nós mesmos em dobro, pois mentimos dizendo que está tudo bem, e mentimos dizendo que o tudo bem não é uma mentira, e essa segunda mentira é a pior de todas.

Repeti muitas vezes a palavra mentira, não foi? Poderia ter feito uso de sinônimos, não é mesmo? Mas, não. Ela é a mais correta de todas, sem sinônimos, sem eufemismos. É mentira mesmo, e ponto! (Ou será que estou mentindo quanto a este “ponto!”?)

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