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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Aquele que escreve, aquele que lê…

Interessante percebermos como algumas coisas simplesmente não fazem sentido algum quando estão deslocadas do tempo e do espaço no qual elas deveriam estar. Pode parecer uma discussão despropositada, sem nexo com o concreto e por aí vai, mas não estou aqui para julgar a minha própria discussão (o leitor é que deve fazer isso!). Mas, a bem da verdade, me pergunto se ultimamente os leitores tem feito isso quando se dispõem a ler um simples texto. Me pergunto a respeito da intenção do leitor ao prostrar-se à leitura. Será apenas uma pura e simples busca de informação? Será a busca de uma contribuição para que o pensamento venha a se multiplicar? O que passa pela mente do meu leitor? Essa pergunta que tem passado pela minha.

Creio eu que toda pessoa que escreve, todo aquele que se dispõe a escrever seus textos e disponibilizá-los para serem lidos, nos mais diversos meios que estiverem a disposição dos mesmos (jornais, revistas, livros, blogs, twitter, fórum, etc.) tem essa curiosidade. Deve ser algo inato. A curiosidade, a vontade de entender e buscar saber o que se passa a mente das pessoas que estão lendo os seus textos e de que forma o texto gera um impacto (se algum é gerado) sobre o pensamento e na construção do pensamento do leitor.

Mas, esse buscar o que se passa na mente das pessoas que estão lendo os textos realmente é algo interessante, ou tira a liberdade daquele que escreve? Será que o que se dispõe a escrever deve ficar se preocupando com a forma como o texto dele será recebido ou deve apenas escrever? Sentar-se apenas em frente ao computador, ou então dispor-se a escrever numa folha em branco e deixar as palavras fluírem, surgirem por si mesmas, pouco se importando, não estando “nem aí” para o que o leitor virá a pensar, entender, buscar ou qualquer coisa que o valha.

Então, os devaneios estão aí, por si sós! Abandonados no texto, para que o leitor faça o que bem entenda com eles, ou não faça nada. Se terá importância ou não, ainda me questiono se devo me preocupar ou não com isso, e enquanto me questiono, sigo escrevendo por simplesmente escrever, ou não, dependendo apenas do assunto e do meu estado de espírito, como qualquer outra pessoa que escreve.

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