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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Julgar?

O susto irremediável de coisas que ainda estão por vir entra em minha mente e a toma de assalto. Penso nas mais diversas coisas e muitas vezes me perco no pensar incessante e louco e, por muitas vezes, sem nexo em tudo aquilo que ainda penso e tenho que agir. Mas, a ação irrefreável é inevitável e agimos assim, meio que por impulso, buscando fazer aquilo que consideramos correto, por mais incorreto que possa vir a parecer aos olhos do outro. Mas, e o que esse outro tem a ver com isso tudo que vem em nossa mente e em nossos atos se não simplesmente julgar? E, quando julga, por que o faz?

Julgar é uma mania que todos trazem incutida em seu viver, em seu modo de agir e de pensar. Julgamos a todo instante, pensando em tudo. Até quando achamos que estamos no máximo de nossa alteridade e do relativismo, mesmo assim julgamos, porque não há como fugir disso. O sonho do antropólogo, do cientista social, era justamente poder analisar sem julgar de maneira alguma, sendo complemente livre de quaisquer preconceitos na hora de sua análise. Mas, pego a pensar em qual contribuição isso realmente teria, e se seria realmente sensato tal posicionamento para a análise e o entendimento do todo que está sendo observado e por aí vai.

É possível tal desprendimento? E se o for, o mesmo realmente é benéfico? Sempre me perguntei isso e acho que devemos nos questionar. Temos que entender e respeitar sempre e deixarmos de ter nossa própria opinião? E ter nossa própria opinião, de certa forma não é um preconceito, daqueles velados e permitidos? E o que vem a ser preconceito? O que vem a ser julgamento?

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