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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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O sublime…

O que nos resta num mundo como esse do qual fazemos parte?

Vivemos intensamente tudo que encontra-se a nossa volta, num carpe diem que deixaria o personagem de Robin Willians em “Sociedade dos Poetas Mortos” mais do que orgulhoso. É como se o mundo fosse acabar amanhã (e até tentaram acabar com ele poucos dias atrás, novamente, ao anunciarem na rádio estadunidense, que o arrebatamento viria no dia 21/05).

Essa necessidade de que tudo chegue ao seu fim me faz pensar se as pessoas estão se colocando a aproveitar devidamente o seu viver. Não de forma impensada, de forma insana, numa correria, numa busca desenfreada pelo prazer, porque isso já observamos que muitas estão fazendo. Quando digo em aproveitar, estou falando de uma forma consciente. Buscando satisfazer um prazer muito maior do que o meramente momentâneo. Satisfazendo algo muito maior, muito mais puro e sublime. Um prazer sem medidas, que muitos pensam que encontram, mas que nunca experimentaram.

E, justamente por nunca experimentarem, é que tal prazer tem de ser buscado não apenas de forma sentimental, mas também de forma racional, com todo o cuidado que lhe é devido.

Busquemos então aquilo que ainda não encontramos. Busquemos de maneira consciente, de olhos bem abertos frente a tudo que está a nossa volta, e tenhamos a certeza, de que quando encontrarmos tal prazer, estejamos preparados, pois esse sim será apenas uma única vez, e será tão intenso, que nunca mais teremos a capacidade de atingí-lo novamente, e ficaremos a nos perguntar se vale a pena continuar aqui. E, racionalmente e emocionalmente tenha certeza, sim, vale a pena, pois vivos teremos sempre a lembrança do quão sublime e especial foi tal experiência.

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