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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Manhã…

As manhãs tem uma função um tanto quanto dúbia em nosso dia-a-dia… No tocar dos relógios, somos despertados para o início de mais um dia, que começa devagar, lento, um tanto, as vezes, até aborrecido. A preguiça ainda domina a nossa mente e nos tira a vontade de sairmos da aconchegante cama, com seus travesseiros, lençóis e colchas. Olhamos para um lado, para outro, para a parede, para o teto e, em algumas situações, para alguém que se encontra ao nosso lado. Tudo isso, em uma velocidade tão lenta, numa letargia que nem conseguimos acreditar que estamos nos movimentando e pensando (mesmo que alguns, nessas horas da manhã, não pense, faça tudo no automático).

Então, levantamo-nos, meio cambaleantes. Primeiro, sentamos na cama, colocamos os pés no chão. Um pequeno choque térmico, dos pés até então quentinhos debaixo dos cobertores, encontrando-se com o piso frio, e até trememos um pouco. Buscamos então apoio na cama (e em nossa força de vontade para não retornar para debaixo da coberta, se já não o tivermos feito), forças nos joelhos e braços (porque uma impulsão é necessária) e ficamos de pé. Tudo parece meio que girando, porque não dizer pouco sólido? Nos espichamos, de um lado para o outro, sentindo o estalar de alguns de nossos ossos. Olhamos então, de pé, de um lado para outro, buscando convencer a nós mesmos que realmente conseguimos levantar, sair debaixo do monte de cobertas e iniciar propriamente o dia.

Daí pra frente, o resto depende muito de cada um. Tem pessoas que só acordam definitivamente depois de um banho, outros apenas precisam de uma água no rosto, outros precisam, depois da água no rosto, escovar os dentes. E tem até aqueles que só acordam depois de trocarem de roupa, descerem até a padaria, comprarem um pão quentinho e o jornal do dia.

Mas, o início, meu caro leitor, minha cara leitora… O começo do dia… Não tem como ser diferente, é preguiçoso, é letárgico, é até de má vontade, para qualquer um de nós, e assim sempre será!

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Uma resposta

  1. Adolfo… Parecia que era eu falando….. Nossa!!!!!!!Mas eu vou mais além… Só me lembro que estou no “mundo” de novo, depois de uma boa xicara de café bem preto, que tem todo um ritual para ser feito – inclusive o fato de que tem ser feito por eu mesma! – e então, não tendo mais jeito, dou bom dia para a vida em volta!
    Mas fala a verdade… Não é a hora mais gostosa do dia?

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