• Sobre mim mesmo…

    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Pensar no caminho…

Tem-se caminhado em que direção?

Não se sabe ao certo qual caminho escolher, apenas é notório que alguns caminhos são fáceis, outros difíceis, outros medianos. Agora, como escolher? Isso depende de cada um. É o livre-arbítrio, direito inalienável do homem desde quando o mesmo adquiriu consciência de que ele é um ser pensante e passou a tomar decisões próprias para sua vida.

Tomei a minha. Ando em busca do incerto, com consequências das mais diversas. As vezes me dou bem, outras nem tanto, mas apenas busco e sei (ou quero acreditar) que atingirei o resultado que espero para mim. Que resultado é esse? Não deve perguntar a mim, mas às pessoas que estão envolvidas com a minha vida, que estão no meu caminhar nesse mundo, que foram influenciadas por mim. O que sei é que cheguei em um lugar, um posto.

Sou responsável pela vida de centenas de milhares de pessoas, envolvidas nessa brincadeira, assim como eu prefiro chamar. Alguns não sabem ao certo porque estão envolvidas nisso, e outras nem noção tem de que fazem parte de algo que ainda está para se construir e provar o porque da sua necessidade e existência.

Estou apenas olhando e anotando. O caderno, cheio de observações. Comportamentos, falas, ações, atitudes, pensamentos. O ambiente é grande, e a observação é constante. Não estou sozinho no meio disso tudo, não observo solitariamente. Seria impossível, desumano, e prezo pela humanidade, mesmo…

Mas, o questionamento primeiro se faz e deve ser repetido. A dúvida que paira no ar, e que não pode deixar de ser constante em minha vida e na de todos os envolvidos. O rumo parece ser perdido, como num labirinto imenso, cheio de entradas e saídas, e o caminho muitas vezes parece sumir de nossas vidas, e nos perdemos. E, então, devemos encontrar, mais uma vez, o caminho…

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Uma resposta

  1. E passa a vida inteira sob um julgamento constante por parte de absolutamente todas as pessoas que reconhecem a sua existência.

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