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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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A se não tivéssemos descoberto o fogo!

Alguns sinais estão nos mostrando que o caminho que estamos trilhando não é mais aquele que pensávamos que fosse.

Tento imaginar o que os ingleses do século XVIII imaginavam para o mundo 3 séculos depois, ao começarem o processo da Revolução Industrial. Foram movidos apenas pelo ímpeto capitalista, de buscarem cada vez mais lucro e por aí vai? Talvez… Essa pode ser uma versão da história. Mas, me pego a pensar se tantos avanços, em tão curto prazo de tempo, também não foram devido a uma vontade além do enriquecimento. Me pergunto se não houve ali uma vontade de se trazer melhorias para a vivência cotidiana, proporcionando maior conforto e facilidades para a vida no dia-a-dia.

Mas, impactos ocorreram em nossa sociedade, no meio ambiente principalmente, devido a todo esse processo de crescimento industrial e consequente urbanização (tudo bem que o surgimento do espaço urbano seja bem anterior à Rev. Industrial, mas não é demais, nem errôneo, dizer que o processo industrializante do século XVIII serviu como um catalisador para a formação das cidades).

Hoje, quase três séculos depois do início do processo iniciado na Inglaterra, vivemos uma realidade um tanto caótica. Má distribuição de renda e recursos alimentícios. Desperdícios dos mais diversos tipos. Uma corrida evolutiva nos recursos tecnológicos ainda acelerada, e que gera uma produção de lixo eletrônico cada vez maior, lixo esse que o meio ambiente não está preparado (nem nunca estará!) para receber e degradar. Problemas de ordem climática dos mais diversos ocorrem hoje em dia, e o próprio homem já enxerga (há alguns anos) que algo deve ser feito. Mas, esse algo vem sendo adiado cada vez mais e mais, num empurrar de prazos que começa a se tornar perigosíssimo.

Então, temos o que temos hoje em dia. Crescimento urbano desenfreado, poluição em grande escala (e aumentando cada vez mais), disparidades sociais das mais diversas e intensas e desastres naturais que levam milhares à morte todos os anos.

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