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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Veloz

É incrível a quantidade de acontecimentos que passaram pela mídia durante essas últimas semanas. Tudo que aprecia uma grande calmaria, típica do início de ano, foi quebrado no meio do carnaval brasileiro, com Bento XVI, líder da Igreja Católica, anunciando que deixaria o trono de São Pedro. Há quase 600 anos um papa não renunciava, tendo ficado na mente de alguns que tal ato fosse até proibido ao pontífice (o que eu tive de aluno perguntando: “Mas pode professor? O papa não é papa até morrer?”). Pelo menos para essa segunda pergunta a Igreja Católica deixou claro que sim, ele é papa até morrer. Continuará sendo chamado de “Sua Santidade”, ainda será nomeado pela alcunha de Bento XVI, e agora tem o título de Papa Emérito.
 
Depois veio o caso Gil Rugai. Finalmente o julgamento de algo que aconteceu há tantos anos e que ainda é uma grande incógnita. Ficou na mídia 3 ou 4 dias, não se falava de outra coisa. Era Rugai para lá, Rugai para cá. Só não teve espaço maior por causa do papa e os preparativos para o período de Sé Vacante e Conclave.
 
E, então, de terça-feira (05/03/2013) para cá, virou o caos na mídia jornalística brasileira. Morreu Hugo Chávez, Chorão e Bruno finalmente confessou que Eliza Samúdio foi realmente assassinada e que ele sabia desde o princípio. Agora os jornais não sabem o que noticiar. Venezuelanos chorando? Adolescentes que se sentem órfãos? Ou então a galera do “eu já sabia”? A verdade é que vivemos numa era de superinformação, algo que já foi tratado por mim em algum outro texto por aqui, que estou com preguiça agora de procurar. E essa informação tem chegado com uma velocidade tamanha que muitas vezes nos perdemos em meio a tantas notícias, em tantas chamadas, que temos a sensação que nos perdemos em meio a tudo que acontece e está acontecendo.
 
Bem disse Heráclito, que tudo é um constante devir. Mas que poderia ser mais devagar, isso poderia!
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