Passou a vir, a ser.

Por entre tudo aquilo que se passou em toda a existência do ser que acima dele esta e nada mais é do que ser inexorável do devir justamente tudo se esvai e nada sobra a não ser a certeza do vir.

E então nada mais é e tudo foi aquilo que um dia foste e nada seria a não ser um algo estonteante e ao mesmo tempo singelo como simples gota de orvalho, mas que em sua simplicidade demonstra uma complexidade tamanha que apenas palavras nada são para dizerem com total certeza a respeito daquilo que é, que foi, que será.

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