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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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O fim… finda…

E finalmente chegamos ao fim.

Um ano um tanto confuso, de muita correria e mudanças. Conquistas foram grandes, bençãos foram enormes e, próximo dos fim, o antigo “eu” foi-se, e um novo nasceu, com mudanças e permanências, mas preparado para novas experiências cada vez mais maravilhosas e únicas em meu viver.

Mas, esse ano não foi de mudanças apenas no pessoal, longe disso. Como bem escreveu Danilo Barcelos Corrêa, em seu blog (Desde que o samba é samba), 2010 foi marcado pela queda das máscaras de nossa sociedade.  O Brasil, que vive uma pseudo-democracia, mostrou sua verdadeira face, altamente preconceituosa, derespeitosa e insana. Invasões policiais, fascismo sendo aplaudido, atentado contra cidadãos por suas escolhas sexuais e por aí vai. Motivos para tais absurdos? Podemos encontrar vários… Mas será que eles realmente justificam? Ou melhor: será que há justificativa para isso tudo, ou tais atos são apenas fruto da insanidade humana, da necessidade ridícula e inexplicável do ser humano de julgar o outro e de achar que apenas ele está correto em suas ações e escolhas? São questionamentos que devem ser feitos e permear o nosso pensamento nesse findar de 2010 e no alvorecer de 2011.

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E agora o que realmente importa, as eleições…

Em meio a tudo e a todos, a Copa finalmente terminou. Para os brasileiros, terminou bem antes. Mas, nosso povo, como respira futebol, mesmo após a eliminação de nossa Seleção, ainda continuou assistindo os jogos, comentando e por aí vai… E, agora, temos o vitorioso… Espanha. Em uma final na qual sairia um campeão inédito, algo que não acontecia desde 1978, quando o título foi disputado por Argentina e Holanda. E, em 78, deu Argentina. A Holanda, naquele ano, amargou seu segundo vice-campeonato, seguido. E, agora, em uma terceira vez que chega à final de uma Copa do Mundo, o que a Holanda consegue novamente? O vice-campeonato. Complicada essa vidinha da Holanda, de ser vice novamente? Nada disso… Complicada é a vidinha de muitos dos brasileiros que mal tem dinheiro pra pagar a passagem de ônibus, mas que ficavam nos bares enchendo a cara e mandando “pendurar” a conta… Complicada é a vida de muitos brasileiros que estão à margem da sociedade, mas que mesmo assim ficavam comentando sobre a Copa do Mundo, mesmo depois de Dunga e seus escolhidos terem sido mandados de volta para casa… Agora, é aguardar que o brasileiro se dedique de corpo e alma, com todas as atenções que dedicou à Copa do Mundo por um evento que acontecerá nesse segundo semestre, que é muito mais importante para o destino da nação do que o hexacampeonato. É aguardar que o brasileiro dê a mesma importância, atenção e audiência às eleições para presidente, senador, deputado federal, governador e deputado estadual que teremos nesse ano. E alguns podem se perguntar: Mas, tem eleição esse ano? É, meu caro… Tem sim… Não era só a Copa do Mundo que era importante esse ano…