• Sobre mim mesmo…

    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Buscando caminhos

Que foco devemos tomar?
Quais assuntos a abordar?
Há uma imensidão de possibilidades,
De modo que nos perdermos,
Desorientados em meio a tudo que se mostra
Que se estabelece para nós.

Devemos buscar uma direção,
Um caminho único para trilharmos,
Caminho que só nós podemos escolher,
No livre-arbítrio que nos é permitido,
Desde a existência primordial,
Que Ele nos proporcionou.

Caminho de negação

Mudanças são processos longos, muitas vezes dolorosos, que nos fazem pensar em tudo que deixamos, ou deixaremos (caso ainda não tenhamos abandonado por completo) para trás. Não é fácil, sem dúvida alguma. Se desvincular de coisas que até então faziam parte de ti, de seu viver, que o caracterizavam, não é simples como mudar de roupa, vestir outra calça ou camisa. É algo muito mais profundo, que pode vir a trazer consequências que muitos não concordarão e, por vezes, inclusive, poderão até vir a abandoná-lo. Mas, o é necessário.

No final do ano passado, ganhei de presente de aniversário uma benção maravilhosa, e lá iniciou-se um processo, que ainda está em andamento, e sempre estará. O passo mais importante desse processo já foi dado por mim, anos e anos atrás. Imaginei que com o passo que dei no final do ano passado, a caminhada estaria completa e seria apenas continuar nela, mas vi, ontem, o quanto estava equivocado ao pensar dessa forma. A caminhada realmente é constante, a entrega realmente é permanente, e o negar-se a si mesmo é mais do que necessário para que possamos trilhar o caminho que nos é reservado. Não é fácil, longe disso. É deveras difícil. Mas, busco forças sempre para continuar essa caminhada e a continuarei, pois tenho fé que essa caminhada me trará frutos maravilhosos, ainda mais belos dos que os que colho hoje em dia.

Viver…

Viver é sentir, a todo instante, a cada momento, uma sensação, um sentimento, que muito me perco nele, mas que mesmo assim, sempre que posso, gosto de sentir. Não falo em um viver apenas no sentido de respirar e de ter meu coração batendo. Falo de um viver intenso, que mesmo que possa, muitas vezes, não parecer, garanto que é intenso. Não de uma forma impensada, em um “carpe diem” como pensaram Tom Schulman e Peter Weir mostraram para nós em seu filme de 1989. É um viver mais racional, e nem por isso menos forte. É um viver, eternamente!

Livre arbítrio

Encontrei esse texto abaixo, perdido no meio de antigos textos aqui, do antigo blog… Algo para pensarmos…

Sabe… nunca podemos nos dar a chance de desistir das coisas… Nunca podemos deixar que o desânimo, que o mal humor, que a falta de vontade nos domine e impeça que continuemos em nossa caminhada rumo ao que é de melhor para nós… Sei que muitas vezes não é fácil, que muitas vezes olhamos para o horizonte e vemos nossos objetivos, mesmo que estejamos caminhando, parecerem mais e mais distantes, ao invés de se aproximarem de nós… Sei que muitas vezes os impencilhos que se colocam em nossa caminhada são grandes, enormes… Sei que muitas vezes aparecem pessoas que só servem para nos desanimar e nos colocar para baixo… Sei que muitas vezes… Nossa… É tanto coisa que as vezes surge para nos impedir de buscar a nossa própria felicidade que eu até me perco aqui tentando colocá-las nesse texto… Mas, uma coisa eu sei… Existe sempre um Alguém que quer a nossa felicidade, que quer que alcancemos aquele ponto distante no horizonte, aquela luz intensa de alegria e amor… Esse Alguém é Aquele em que devemos sempre acreditar… É Aquele O qual nunca devemos duvidar de Sua existência… Sim sim… É Dele mesmo que falo… De Deus, que sempre quer o nosso bem, que sempre está olhando por nós em toda a nossa caminhada nessa vida com a qual Ele nos presenteou…

E, sinceramente, acho que é isso que falta para muitos de nós… Falta-nos essa consciência de que a vida é um presente, um dom que Deus nos deu e disse apenas: “Desça, ame ao seu próximo como a si mesmo, e seja feliz!” Não sei se foi realmente isso que Ele me disse antes de eu vir pra cá, mas aposto que foi mais ou menos por aí… Ele é nosso Pai… Você já viu algum pai que quer o pior para seu filho? Sinceramente, eu nunca vi isso… Deus nos ama, se não Ele não nos teria dado o maior de todos os dons, a vida e o livre arbítrio… Quer prova maior de amor do que presentear alguém com o livre arbítrio? Aquele que ama, não pensa em controlar a vida alheia… Aquele que ama quer sempre dar condições para que a pessoa querida possa caminhar com suas próprias pernas e possa encontrar seu destino, seu próprio caminho em busca da luz no horizonte… E Deus faz isso conosco… Ele nos ensina, nos mostra como devemos caminhar, mas nos dá liberdade para escolhermos os caminhos, pois Ele quer que aprendamos com nós mesmos, quer que tenhamos a sensação de que nossas vitórias chegaram em nossas mãos por nossos próprios méritos… E isso é verdade… Só conseguimos algo se realmente o quisermos… Deus, nosso Pai, nos ajuda em nossa caminhada, nos dá a força para continuemos a andar… Mas, quem chega lá no horizonte somos nós, e pelo livre arbítrio nós escolhemos como chegar e se vamos ou não chegar no “paraíso” que está reservado para nós…

Nunca deixemos de agradecer a Deus por esse presente incrível que Ele nos deu… A vida, o livre arbítrio…

E agora o que realmente importa, as eleições…

Em meio a tudo e a todos, a Copa finalmente terminou. Para os brasileiros, terminou bem antes. Mas, nosso povo, como respira futebol, mesmo após a eliminação de nossa Seleção, ainda continuou assistindo os jogos, comentando e por aí vai… E, agora, temos o vitorioso… Espanha. Em uma final na qual sairia um campeão inédito, algo que não acontecia desde 1978, quando o título foi disputado por Argentina e Holanda. E, em 78, deu Argentina. A Holanda, naquele ano, amargou seu segundo vice-campeonato, seguido. E, agora, em uma terceira vez que chega à final de uma Copa do Mundo, o que a Holanda consegue novamente? O vice-campeonato. Complicada essa vidinha da Holanda, de ser vice novamente? Nada disso… Complicada é a vidinha de muitos dos brasileiros que mal tem dinheiro pra pagar a passagem de ônibus, mas que ficavam nos bares enchendo a cara e mandando “pendurar” a conta… Complicada é a vida de muitos brasileiros que estão à margem da sociedade, mas que mesmo assim ficavam comentando sobre a Copa do Mundo, mesmo depois de Dunga e seus escolhidos terem sido mandados de volta para casa… Agora, é aguardar que o brasileiro se dedique de corpo e alma, com todas as atenções que dedicou à Copa do Mundo por um evento que acontecerá nesse segundo semestre, que é muito mais importante para o destino da nação do que o hexacampeonato. É aguardar que o brasileiro dê a mesma importância, atenção e audiência às eleições para presidente, senador, deputado federal, governador e deputado estadual que teremos nesse ano. E alguns podem se perguntar: Mas, tem eleição esse ano? É, meu caro… Tem sim… Não era só a Copa do Mundo que era importante esse ano…