• Sobre mim mesmo…

    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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O fim… finda…

E finalmente chegamos ao fim.

Um ano um tanto confuso, de muita correria e mudanças. Conquistas foram grandes, bençãos foram enormes e, próximo dos fim, o antigo “eu” foi-se, e um novo nasceu, com mudanças e permanências, mas preparado para novas experiências cada vez mais maravilhosas e únicas em meu viver.

Mas, esse ano não foi de mudanças apenas no pessoal, longe disso. Como bem escreveu Danilo Barcelos Corrêa, em seu blog (Desde que o samba é samba), 2010 foi marcado pela queda das máscaras de nossa sociedade.  O Brasil, que vive uma pseudo-democracia, mostrou sua verdadeira face, altamente preconceituosa, derespeitosa e insana. Invasões policiais, fascismo sendo aplaudido, atentado contra cidadãos por suas escolhas sexuais e por aí vai. Motivos para tais absurdos? Podemos encontrar vários… Mas será que eles realmente justificam? Ou melhor: será que há justificativa para isso tudo, ou tais atos são apenas fruto da insanidade humana, da necessidade ridícula e inexplicável do ser humano de julgar o outro e de achar que apenas ele está correto em suas ações e escolhas? São questionamentos que devem ser feitos e permear o nosso pensamento nesse findar de 2010 e no alvorecer de 2011.

Parado, observando, escutando…

Fico, as vezes, simplesmente parado, sentado em uma cadeira, observando, ou apenas ouvindo, aos outros que estão a minha volta, ou que passam por mim. Escuto de tudo, de todos, os mais diversos assuntos, entrecortados por uma barulho de Fusca que acaba de estacionar, ou então por uma menina empolgada e que grita como uma desvairada ao ver uma amiga que há algum tempo não via, ou não. Uma falta do que fazer, em plena sexta a noite, enquanto espero minha morena sair da aula. Mas, até que gosto, pois é curiosos, ouvir o som do avião que acaba de decolar enquanto escuto um grupo de alunos que parecem não saber o que dizem, dizendo sobre a possibilidade da instauração de uma ditadura, em meio a um quadro de eleições por vir. Mas as pessoas são assim, e ter essa oportunidade, de ver como as pessoas falam, ou o que elas falam, que acabam por tornar esse esperar cada vez mais interessante.

Uma busca

Penso que muitas vezes buscamos, esperamos coisas daqueles que nada tem para nos dar. Devemos nos preparar e acostumar, pois, cada vez mais, em poucos podemos confiar.