• Sobre mim mesmo…

    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Ser, viria, sido…

“O ritmo incessante de tudo que se encontra em nosso tempo, como se o mesmo não existisse, mas muito pelo contrário, fosse um mero coadjuvante, de tudo e de todos que querem sempre ser, ter. Simplesmente ser!”

Pensamento estranho esse que lhe vinha a mente, ainda mais naquele instante em que tantas coisas ocorriam em sua vida, em sua mente, de uma forma que ninguém conseguia explicar, mas simplesmente ocorriam, inevitavelmente, impreterivelmente.

Era um momento oportuno, pelo menos pensava que era. Estava ali, sendo aquilo mesmo, nada melhor do que pensar, mesmo que tal ação não fosse assim tão comum aquilo que ele vinha a ser. Mas, era!

Era o que? Ou viria a ser? Ou então havia sido? Era a noção de tempo, que não existia, pelo menos não para ele, se é que ele poderia ser considerado ele, dado que nem ele mesmo tinha certeza do que ele era, tinha sido ou viria a ser.

Mas, então, de repente, tudo fez sentido, e como uma luz forte e clara, iluminou-se a mente e ele era ela.

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Devaneios pálidos…

Entre devaneios azuis, pálidos, permanece a caminhar, como alguém que nunca parou de andar. Está cansado, trôpego, mas continua, em uma constância assustadora, na qual não se demonstra, a não ser aos olhares mais atentos, o quão cansado está. Aqueles que o conhecem sabem, que a lida não está fácil. Tudo acontecendo ao mesmo tempo, em meio a um ritmo insano. Chega a ser difícil de entender, e até ele se pergunta se realmente é tão grande assim, ou se, em uma espécie de ataque esquizofrênico, ele não esteja aumentando tudo, ampliando como uma lupa as coisas que ocorrem a sua volta.