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    Adolfo Brás Sunderhus Filho é professor de História, Filosofia e Sociologia, que tem um mania de ficar observando tudo a sua volta e quando acha que algo é interessante (ou nem tanto) acaba por escrever por aqui sobre isso...
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Retomando sonhos…

Sempre chega um momento em que decisões importantes tem de ser tomadas em nossa vida, para decidir rumo e outras decisões que estão intimamente ligadas umas as outras. Todos nós passamos por isso.

Passei por isso há quase dois anos atrás, quando fiquei noivo. Por mais que antes mesmo de decidirmos ficar noivos já tivéssemos a ideia de nos casarmos, a decisão do noivado foi um passo importante para assumirmos perante toda uma sociedade a decisão que já estava apenas entre eu e minha então namorada (atual esposa), Marina.

Depois dessa decisão, outras tantas vieram e tudo mudou em minha vida de lá para cá.

Decidi semanas atrás outra coisa, não tão impactante no campo sentimental quanto o noivado, mas importante no campo profissional. Era algo que tinha abandonado já há alguns anos. Um sonho que eu havia pensado não ser um sonho meu e depois de muito pensar e rever meus próprios pensamentos, redescobri que sim, era um sonho meu (influenciado por alheios, é fato, mas meu também). E, agora, tenho que correr atrás, fazer um monte de coisa, estudar bastante, colocar em ordem ideias e mais ideias para que tudo esteja pronto o quanto antes. Ler, escrever, reler, reescrever e por assim sucessivamente.

Retomo o sonho acadêmico. Farei mestrado e doutorado!

Reconhecimento…

Tem coisas que realmente enchem a gente de alegria, e sendo professor, confesso que tenho me alegrado bastante nesse início de 2011. Meus alunos tem se mostrado mais interessados e dedicados nesse ano, e isso só faz com que nós, professores, fiquemos felizes. A felicidade é ainda mais intensa quando, em pleno sábado, ao ministrar uma aula para meus alunos do terceiro ano do ensino médio, vejo o auditório com mais de 20 alunos, ávidos pelo conhecimento, prestando atenção como há muito não via (e que tem sido mais constante esse ano, como já disse) na minha explicação a respeito das Reformas Religiosas ocorridas no século XVI, na Europa Moderna. E, ao final da aula, virem dois jovens, uma minha aluna e o outro o namorado dela, que hoje foi meu aluno, me agradecer pela aula, confesso que fiquei lisonjeado e todo cheio de mim. Até precisei de uma agulha para furar meu ego.

Como é bom ver seu trabalho reconhecido, não só pelo agradecimento feito por esse casal de jovens, mas por ver também o interesse dos demais alunos, pois o interesse e a participação é uma forma de agradecer e reconhecer.

E, eu tenho que agradecer: MUITO OBRIGADO A TODOS PELA PRESENÇA NA AULA E PELA PARTICIPAÇÃO!